Postagens

Rua de Mão Dupla

     O produtor do filme "Rua de Mão Dupla" teve uma ideia ousada e ao mesmo tempo inteligente: chamar duas pessoas de Belo Horizonte que não se conhecem para permanecer na casa uma da outra durante 24 horas. Pelo nome do longa percebe-se que foi escolhido pessoas opostas, divergentes, com costumes diferentes, organizado x  desordenado, vaidoso x despojado, detalhista x minimalista, ... Bom, o primeiro aspecto que eu percebi nos 6 investigadores é que todos analisaram cada detalhe da casa com a câmera, seja fotos, folhas de papel ou roupas jogadas, provavelmente para se tornar mais familiarizado e à vontade naquele lugar inusitado. Nesse projeto, as pessoas sempre deixaram em evidência no vídeo os gostos e costumes em comum da dupla, como, por exemplo, o time favorito, livros lidos e preferências musicais, já que isso com certeza criou uma certa ligação com o morador ausente. Além disso, percebi que na maioria das vezes os aspectos divergentes no cuidado da casa fora...

Vestível Dialógico - Versão final

Imagem
     Oie, bom para começar eu mudei completamente minha ideia e nem sei se podia fazer isso kkkkkk. Que que acontece, as instruções que o Sandro e o Dudu deram para minha primeira versão iria fugir muito das diretrizes do meu trio, já que eles falaram mais do tato e meu grupo tinha a visão como foco. Entãoo, mudei de ideia.      Essa versão eu quis que ao mesmo que restringisse a visão também ampliasse ela. Para isso, eu usei tinta neon, luz negra e lentes embaçadas. O objetivo era que a pessoa com o óculos só conseguisse ver as luzes neon que a blusa emitisse com a ajuda da luz negra. Então a pessoa que está com o óculos segue o caminho que a que está com a blusa escolheu.      Foi uma experiência muitoo engraçada porque eu me senti e pareci igual os ratinhos cegos do Shrek, só faltou a bengala (inclusive estou citando muito Shrek aqui ne kkkkkkkk).   https://drive.google.com/file/d/18KHE17OVlZEHmu80FQffmGUUyncAVg_G/view?usp=sharing

Vestível dialógico - Primeira versão

     Oie, hoje eu vou falar um pouco do meu primeiro vestível dialógico. Primeiramente, o meu trio seguiu as seguintes diretrizes: ampliar a visão, usar de diferentes maneiras e diferentes espaços. A minha ideia foi usar a psicologia das cores para explorar o espaço e o próprio vestível, em que cada cor conduziria para uma instrução. Por exemplo, como foi a primeira versão eu fiz apenas da cor vermelha e azul. O vermelho traz uma sensação de energia, assim, a pessoa que vestir dessa cor terá uma tendência de fazer movimentos agitados, e o contrário serve para a cor azul, já que ela traz uma sensação de calma e de espiritualidade.       Escolhi essa ideia porque a psicologia das cores está totalmente relacionado a visão, afinal só é possível sentir as diferentes emoções que os pigmentos provocam pelo olhar. Achei comprovadíssimo isso porque quando estava gravando com a minha irmã tive a sensação até de sonolência com o azul kkkkkkk e no v...

Design: Obstáculo para a Remoção de Obstáculos?

    O texto de Flusser " Design: Obstáculo para a Remoção de Obstáculos? é como todos os outros denso e complexo. Por isso atrevo a dizer: Shrek passaria mal ao ver a maior quantidade de camadas dessa leitura do que a de cebolas kkkkkk . Eu precisei ler algumas frases diversas vezes para entender, porém ao todo achei a ideia interessante.      Primeiramente, o autor diferencia  “objeto” , algo que está no meio, e o “objeto de uso” , objeto de que se necessita e que se utiliza para afastar outros objetos do caminho. Esse último é criado para atender as necessidade s das pessoas no geral, porém ao mesmo tempo que ele ajuda ele limita. Essa foi uma questão que eu nunca havia pensado antes e ela se aplica tanto para lugares como para objetos do dia a dia, por exemplo, a cadeira é usada somente do jeito pré-concebido e isso limita muitas vezes a criatividad e das pessoas sobre como usá-la. Para resolver esse dilema, Flusser defende que é preciso con...

Restrições-Ampliações - Instruções desenhadas

Imagem
Instrução : Grupo 5 1- Escolha uma característica de sí mesmo que você goste e outra que você não goste 2- Restrinja a característica que você gosta amarrando algum objeto sobre ela 3- Amarre alguma coisa na característica que você não gosta para amplia-la 4- Vá para um local com objetos de diferentes tamanhos e explore-o  5- Inverta a posição dos objetos amarrados e tente fazer a exploração novamente invertendo a função dos pés e mãos

Performance Transmitida (etapa 3)

     Oie, hoje eu vou contar um pouco da minha experiência fazendo a performance do Grupo 3      O grupo 3 focou em uma performance mais sensitiva e na percepção do corpo ao espaço, assim, as instruções não foram tão abertas então o grupo seguiu a mesma linha da raciocínio. Os comandos basicamente determinavam que deveríamos respirar, sentir o espaço com as mãos e os pés e buscar fazer diferentes posições, você podendo escolher elas mais arriscadas, como a bananeira, ou mais simples, como o alongamento. Gostei bastante da performance porque me levou a ter uma atenção plena ao meu corpo, onde eu fiz com bastante calma, sentindo realmente a textura dos objetos e percebendo a movimentação do meu corpo. Foi bem diferente sentir os objetos com as mãos e depois com os pés, porque acaba que não fazemos muito isso com o pé ne kkkkkk então achei legal isso. Sai dela bem tranquila, já que não exigia muito esforço físico e sua intenção realmente era relaxar.

Dinâmicas corporais

     Oie,  a aula do dia 26/07 foi muito gostosa de assistir e interargir. Os profs convidaram as arquitetas e ex-alunas da UFMG Ana e Larissa para mostrar um pouco do trabalho delas e realizar algumas dinâmicas com a turma. Primeiramente, elas explicaram como usaram os fundamentos de AIA, como o corpo, o objeto e os sentidos, para melhorar o atendimento e a decisão arquitetônica dos clientes. Achei muito interessante como elas usaram o Teatro de Oprimido como inspiração para promover a participação do cliente e refletir sobre seus hábitos.       Além disso, Ana e Larissa relembraram a importância do corpo na nossa vida, já que hoje em dia nos esquecemos dele, movimentamos quase mecanicamente, e para nos lembrar, elas realizaram algumas dinâmicas corporais com a turma. Achei uma experiência incrível e me lembrou um pouco mindfulness que eu praticava para ficar tranquila no período do vestibular kkkkkkkk. A segunda dinâmica foi minha...